Termoquímica e oxidorredução
1) Termoquímica
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liberação de calor![]() |
absorção de calor![]() |
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2) Equações termoquímicas
a) a variação da entalpia

b) os estados físicos e as variedades alotrópicas
c) a pressão e a temperatura em que ocorre a reação
d) a massa molar dos participantes
a) entalpia de formação
energia liberada ou absorvida na formação de 1mol de substância a partir de substâncias simples, no estado padrão.b) entalpia de combustão
é a energia liberada na combustão de 1 mol de substância, no estado padrão.c) entalpia de neutralização
é a energia liberada na obtenção de 1 mol de
a partir da reação de 1 mol de
e 1 mol de
.
para uma certa reação, a entalpia é sempre a mesma, ocorrendo em uma ou mais etapas.3) Oxidorredução
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perda de elétrons e aumento de Nox.
ganho de elétrons e diminuição do Nox.
sofre oxidação.
sofre redução.Química orgânica
1) Cadeias carbônicas
cadeias abertas.
cadeias fechadas.
cadeia com ligações simples entre os carbonos.
cadeias com ligações duplas, triplas ou duplas e triplas entre átomos de carbono.
cadeia que só possui carbonos ligados entre si.
cadeia que possui um átomo diferente do de carbono interligando os demais. 2) Nomenclatura
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3) Hidrocarbonetos
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4) Funções
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1) Isomeria
- De função
mesma fórmula com funções diferentes. - De cadeia
mesma fórmula com diferentes cadeias. - De posição
mesma fórmula com diferentes posições. - De compensação
mesma fórmula e mesma função com diferentes posições do heteroátomo. - Dinâmica
caso particular da isomeria de função, com os isômeros coexistindo em solução. - Espacial geométrica
mesma fórmula, com posicionamento espacial diferente. - Óptica
diferentes comportamentos quando as substâncias são submetidas à luz polarizada.
2) Algumas reações orgânicas - Substituição:

- Adição:

- Ozonólise:

- Oxidação enérgica:

- Combustão completa:

- Combustão incompleta:

- Desidratação intermolecular de alcoóis:

- Desidratação intramolecular de alcoóis:

- Oxidação de alcoóis:

- Esterificação:

- Ésteres:
1) Ligações químicas

A ligação Covalente Dativa é um caso especial da ligação Covalente.
2) Ácidos
- Hidrácidos

- Alguns oxiácidos

3) Bases
- Algumas bases

- Força das bases:
Fortes
metais alcalinos +
Fracas
as demais
4) Sais
- Alguns sais:

- Nomenclatura dos sais em relação aos ácidos:

5) Óxidos
- Nomenclatura
a) Prefixo que indica a quantidade de oxigênio
mono, di, tri, óxido de.
b) Prefixo que indica a quantidade do outro elemento
dióxido de carbono
.
c) Óxidos formados de metais, geralmente com o oxigênio de carga -2 e somente a valência do metal
óxido de ferro III
.
- Classificação:
- ácido
- básicos
- anfóteros
- neutros
- peróxidos
Regra prática
*Fábio Rendelucci
Especial para a Página 3 Pedagogia & ComunicaçãoEm todos os textos de química, você se depara com termos como sais, ácidos, bases e óxidos. Como saber de quem estamos falando, ou melhor, como "bater o olho" em uma fórmula e saber qual a classificação dessa substância?
Vamos a uma regra prática - quase infalível:
1ª providência: Separe a molécula
Separe a molécula em duas partes: o elemento inicial da fórmula e o resto

2ª providência: Classifique

- Se a primeira parte (X) for o H (hidrogênio), a substância é um ácido.
- Se a segunda parte (Y) for o grupo OH (hidroxila), a substância é uma base.
- Se a segunda parte (Y) for exclusivamente o O (oxigênio), a substância é um óxido.
Nenhum dos testes deu certo? A substância é um sal.
Veja nos exemplos:
1) HCl = H e Cl
Primeira parte H = ácido.
2) NaOH = Na e OH
Segunda parte OH = base.
3) H2SO4 = H e SO4
Primeira parte H = ácido.
4) CaCO3 = Ca e CO3
Nada deu certo = sal.
5) Al2O3 = Al e O
Segunda parte O = óxido.
6) KCl = K e Cl
Nada deu certo = sal.
Tome cuidado...
- Uma substância é um óxido quando o segundo elemento é exclusivamente o oxigênio e não apenas por conter oxigênio.
CaSO4 = Segunda parte contém oxigênio, mas não exclusivamente, portanto não é óxido.
FeO = Segunda parte contém exclusivamente oxigênio, portanto é óxido.
- No caso da água, a regra não funciona, mas como você conhece a fórmula da água (H2O) desde que era criancinha, não irá se confundir. Classifique-a como... água.
Ácidos e bases
Definições de Arrhenius, Bronsted-Lowry e Lewis
Ácidos e bases (também chamadas de álcalis) são costumeiramente lembrados como substâncias químicas perigosas, corrosivos capazes de dissolver metais como se fossem comprimidos efervescentes. Mas a presença dos ácidos e base na nossa vida cotidiana é bem mais ampla e menos agressiva do que se imagina.
Eles também são componentes usuais de refrigerantes, alimentos, remédios, produtos de higiene ou cosméticos. São ainda matérias primas indispensáveis em um vasto universo de aplicações industriais. A tal ponto que a produção de ácido sulfúrico e soda cáustica de um país chega a ser considerada um dos indicadores do seu nível de atividade econômica.
Definições de ácidos e bases
A definição mais tradicional dos ácidos e bases foi dada pelo cientista sueco Svante Arrhenius, que estabeleceu os ácidos como substâncias que - em solução aquosa - liberam íons positivos de hidrogênio (H+), enquanto as bases, também em solução aquosa, liberam hidroxilas, íons negativos OH-.
Assim, quando diluído em água, o cloreto de hidrogênio (HCl) ioniza-se e define-se como ácido clorídrico, como segue:

Já o hidróxido de sódio, a popular soda cáustica, ao se ionizar em água, libera uma hidroxila OH-, definindo-se assim como base:

Um desdobramento da definição de Arrhenius é a regra de reação para ácidos e bases entre si, segundo a qual:

Se reagirmos os já citados ácido clorídrico e soda cáustica, teremos:

Sendo o NaCl, o cloreto de sódio, o nosso velho conhecido sal de cozinha.
Outras definições de ácidos e bases
Uma outra definição para ácidos e bases foi dada pelo dinamarquês Johannes N. Bronsted e pelo inglês Thomas Lowry, independentemente, ficando conhecida como definição protônica. Segundo os dois, ácido é uma substância capaz de ceder um próton a uma reação, enquanto base é uma substância capaz de receber um próton.
A definição de Bronsted-Lowry é mais abrangente que a de Arrhenius, principalmente pelo fato de nem todas as substâncias que se comportam como bases liberarem uma hidroxila OH-, como é o caso da amônia (NH3). Além disso, a definição protônica não condiciona a definição de ácidos e básicos à dissolução em meio aquoso, como propunha a do químico sueco.
Bronsted e Lowry definiram ácidos e bases a partir dos prótons que liberavam e recebiam. Já o norte-americano Gilbert Newton Lewis se voltou para os elétrons ao desenvolver sua definição. De acordo com ela, ácidos são substâncias que, numa ligação química, podem receber pares eletrônicos, enquanto as bases são aquelas que cedem estes pares.
A definição de Lewis abrange as de Arrhenius e a definição protônica, que, entretanto, continuam válidas dentro de suas próprias abrangências.
Identificação dos ácidos e bases
Os ácidos possuem sabor azedo, como o encontrado nas frutas cítricas ricas no ácido de mesmo nome. Já as base tem gosto semelhante ao do sabão (sabor adstringente). Mas, felizmente, há modos mais eficazes e seguros de identificar ácidos e bases do que o paladar.
É possível medir a concentração de hidrogênio iônico em uma solução a partir de uma escala logarítmica inversa, que recebeu o nome de potencial hidrogeniônico, ou simplesmente, escala de pH.
Esta escala vai de zero a 14, sendo o pH 7 considerado neutro. Os valores menores que sete classificam a solução medida como ácida e os maiores que sete, como alcalinos (bases).
Escala de pH:

Para se medir o pH, usam-se combinações de substâncias indicadoras, como a fenolftaleína, que mudam de cor conforme a posição da substância testada na escala acima.
Também são usados instrumentos como os medidores de pH por eletrodo indicador, que mede as diferenças de potencial elétrico produzidas pelas concentrações de hidrogênio e indica o resultado dentro da escala de 0 a 14.
- Hidrácidos










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